Emissão Otoacústica por Produto de Distorção ou Transiente(Teste da Orelhinha)

O Exame de Emissões Otoacústicas Evocadas por estímulo transiente (EOAs) é um teste objetivo, rápido e indolor, de grande valia para o diagnóstico diferencial e para avaliação de pacientes com dificuldade de responder à audiometria convencional.
Inicialmente, este procedimento foi utilizado para a triagem auditiva neonatal, visando o diagnóstico precoce das perdas auditivas na infância atualmente, vem sendo utilizado também como um exame complementar na prática clínica.
A pesquisa das EOAs dura cerca de 10 minutos – desde que o paciente esteja calmo (no caso de crianças) e em silêncio as únicas recomendações dadas ao paciente ou ao responsável é para manter silêncio pois o exame sofre muita influência de ruídos internos (mastigação, respiração) e externos.
O exame avalia, essencialmente, a função das Células Ciliadas Externas e pode sofrer influência de alterações de Orelha Externa e Orelha Média. Com um resultado de EOAs presente, podemos inferir que o paciente apresenta limiares auditivos até 30 dBNA.
As principais indicações do exame são:
• Bebês – triagem auditiva, podendo ser realizado a partir das primeiras 36 horas de vida caso o bebê apresente algum riso para deficiência auditiva ou ausência de EOAs, indicamos também a realizado do Potencial Auditivo Evocado de Tronco Encefálico, Audiometria Comportamental frente à estímulos instrumentais e acompanhamento do desenvolvimento auditivo com avaliações periódicas
• Pacientes com dificuldade de responder aos exames subjetivos – crianças e adultos com algum tipo de défict cognitivo
• Suspeita de simulação de perda auditiva
• Auxiliar no diagnóstico diferencial entre os tipos de perda auditiva
• Indivíduos com história de exposição à ruído
• Suspeita de tumores do VIII par
• Pacientes em fase de seleção e adaptação de próteses auditivas.

Desde junho de 2003 a Clínica Regina Ortega dispõe de mais este serviço para o auxílio do topodiagnóstico.

Com a detecção da deficiência auditiva após o segundo ano de vida, a criança perde, por causa de seu mundo silencioso, a fase mais importante da aquisição de linguagem e provavelmente terá dificuldades não só para se comunicar, mas também em sua relação com a família Infelizmente, no Brasil, a idade média de diagnóstico da perda auditiva neurossensorial severa a profunda é muito tardia, em torno de 4 anos de idade.

Lembre-se de que ouvir é fundamental para o desenvolvimento da fala e da linguagem

 

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e fique informado!

Desenvolvido por Fábrica de Tempo

Marcação de consulta Online

ou preencha o formulário abaixo:

  • Etapa 1
  • Etapa 2
cancelar CONTINUAR

Informações de exames: (escolha primeiro se é particular ou convênio)

cancelar