Aparelhos auditivos: como funcionam?

Você quer saber como funcionam os aparelhos auditivos? Existem muitos modelos diferentes e quem necessita deles pode ficar na dúvida se eles realmente funcionam.

São conhecidos também como próteses auditivas acústicas e seu uso é comum por pessoas idosas que perderam a capacidade auditiva devido ao envelhecimento.

Como funcionam os aparelhos auditivos

No geral, os aparelhos auditivos possuem um funcionamento semelhante, ou seja, utilizam as mesmas partes básicas para levar o som do ambiente para o interior dos ouvidos e aumentar seu volume. 

A maioria dos aparelhos auditivos são digitais e carregados com uma bateria tradicional, ou até mesmo uma bateria capaz de ser recarregada.

Pequenos microfones acoplados ao aparelho coletam o som ambiente e um chip acompanhado de um amplificador converte o som em um código digital. A partir disso, o som é analisado e ajustado conforme o nível da perda auditiva. 

Variações dos aparelhos auditivos

Os aparelhos auditivos variam de acordo com preço, tamanho e outras características.

Uma informação relevante sobre sua aquisição é que, no Brasil, alguns estados permitem que o paciente tenha acesso a um aparelho auditivo gratuito através do SUS.

Principais indicativos para uso 

O médico otorrinolaringologista é o profissional responsável pelo diagnóstico e pela indicação de uso do aparelho auditivo. A queixa mais comum de pacientes que necessitam do aparelho são para casos de surdez por desgaste do sistema auditivo.

Tipos de aparelhos auditivos

Feita a indicação do médico otorrino, as opções de aparelhos disponíveis são:

  • Retroauricular, ou BTE

Esse tipo é o mais comum. A sigla BTE vem do inglês “Behind the Ears”, traduzindo para o português, atrás da orelha.

Como os outros aparelhos, o BTE amplifica o som para corrigir a deficiência auditiva. A caixa plástica do aparelho está localizada na parte de trás da orelha, e guarda os microfones, os amplificadores, a bateria e os receptores do aparelho. 

  • Intracanal, ou ITE

É de uso interno, fixado no interior do canal auditivo do paciente, e é fabricado especialmente para cada caso. Nele, é possível controlar o interior e exterior por meio de um botão de volume e programar controles de funções.

A sigla ITE vem do inglês “In The Ear”, ou seja, dentro do ouvido. 

  • Intracanal profundo, ou RITE

Esse é o menor modelo de aparelho auditivo e possui uma tecnologia digital. O aparelho intracanal profundo se encaixa dentro do canal auditivo e é quase impossível de ser percebido. Funciona melhor para casos de perda de audição leve e moderada.

Será que eu preciso de um aparelho auditivo?

Agora que você já conhece os modelos de aparelhos auditivos e como funcionam, pode se perguntar: será que necessito de um?

A maior parte das situações em que o paciente precisa do aparelho é por alguma das razões a seguir:

  • Sequelas de otite crônica;

  • Alteração das estruturas do ouvido, por um traumatismo ou por alguma doença;

  • Danificação das células do ouvido;

  • Tumor no ouvido;

  • Envelhecimento natural.

De qualquer forma, é preciso passar em um otorrinolaringologista para investigar a necessidade e se há algum nível de surdez. 

O fonoaudiólogo trabalha em conjunto com o médico, podendo indicar o melhor tipo de aparelho para cada caso.

Se você está procurando por um profissional otorrinolaringologista de confiança, conte com o corpo clínico da Clínica Regina Ortega.

Dra. Regina Stela Roland Ortega

Otorrinolaringologista

CRM/SP 33487 / RQE 8904

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