Audição e a Copa

Segundo dados da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), o ouvido humano suporta até 85 decibéis, mas, sem perceber, os torcedores estão expostos a sons bem mais altos que o recomendado – podendo a chegar a até 120 decibéis, barulho correspondente à de uma turbina de um avião. Porém, durante o momento da ‘emoção’, o torcedor nem percebe o que está acontecendo – e, muitas vezes, retorna para a sua casa com zumbido no ouvido ou demais problemas auditivos, e acha que isso é normal: não é.

A Copa do Mundo em nosso país mobiliza grande parte da população o que aumenta consideravelmente a exposição a ruídos.

Na última Copa  tivemos casos de perdas auditivas principalmente associadas a  #fogosdeartifício e a famosa vuvuzela. Em alguns pacientes houve lesão irreversível!

Nosso ouvido transforma a vibração do ar em impulsos elétricos que são levados até o cérebro. O órgão responsável por isso é a cóclea. Ela contém células que quando expostas a ruídos intensos são destruídas e em alguns casos não conseguem se regenerar completamente levando a uma seqüela #auditivadefinitiva.

Algumas vezes podemos notar os efeitos do barulho quando vamos a festas e ao retornar para casa sentimos um apito ou #zumbido na hora que deitamos em silêncio. Esse zumbido é um sinal de que essas células foram afetadas.

Lembre-se de ficar afastado de fogos ou até mesmo usar protetores auriculares em caso de manipulação dos mesmos, pois as lembranças da Copa não devem ficar em nossas orelhas !!!

A equipe da Clínica Regina Ortega sempre orienta a prevenção! Conte conosco!

 

#copadomundozumbido #perdaauditivacopadomundo 

 

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