Viajantes precisam ficar atentos à caderneta de vacinação.

O período de férias se aproxima e as viagens internacionais fazem parte do roteiro de muitos brasileiros. As preocupações pré-viagem são inúmeras, mas muita gente não sabe ou acaba esquecendo um detalhe importante: as vacinas em dia. Sem o cartão de vacinação atualizado, o passageiro pode ser barrado no momento do embarque ou ser obrigado a retornar ao Brasil após chegar ao destino.

A Coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Carla Domingues, explica que a principal vacina exigida em território internacional é a de febre amarela, mas essa não é a única. “Cada país tem exigências diferentes quanto à imunização. O mais indicado é entrar na Central do Viajante e consultar quais são as vacinas obrigatórias e recomendadas pela região que será visitada”, explica.

A maioria das vacinas leva, aproximadamente, dez dias para fazer efeito. Portanto, é importante que a consulta seja realizada com antecedência. “Para a Europa ou para Ásia também se recomenda tomar a vacina tríplice viral que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba”, destaca Carla. As vacinas de febre amarela e tríplice viral são fornecidas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) em todo Brasil.

Outra medida que deve ser tomada antes da tão espera viagem de férias é a troca dos cartões. O utilizado no Brasil não é o mesmo exigido no exterior. O nacional deve ser trocado pelo Certificado Internacional de Vacinação, uma carteira amarela emitida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Essa substituição deve ser realizada nos postos da Anvisa, disponíveis em todos os aeroportos internacionais do Brasil.

As vacinas são fundamentais para a proteção do viajante e para manter o controle da proliferação de doenças. Vale lembrar que as imigrações dos aeroportos costumam ser rígidas e sem o certificado o viajante pode ser proibido de entrar no país desejado.

Regiões de mata – No Brasil e no exterior, existem regiões de mata fechada e rios onde incide um alto risco de doenças, como a febre amarela. Para viagens nacionais a vacina não é obrigatória, mas a Anvisa recomenda que seja feita a vacinação. “Se há a recomendação, é fundamental que a vacina seja tomada, principalmente se o viajante for praticar ecoturismo, onde existe grande risco de adquirir febre amarela”, alerta a coordenadora.

Programa Nacional de Imunizações (PNI) – A Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) coordena o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Ele define as normas e os parâmetros técnicos para as estratégias de utilização de imunobiológicos, com base na vigilância epidemiológica de doenças imunopreveníveis e no conhecimento técnico e científico da área.

Fonte: http://www.blog.saude.gov.br/viajantes-precisam-ficar-atentos-a-caderneta-de-vacinacao/

 

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